BlogBlogs.Com.Br

O que é Teoria da Conspiração?

Teoria da conspiração é um termo usado para referir qualquer teoria que explica um evento histórico ou atual como sendo resultado de um plano secreto levado a efeito geralmente por conspiradores maquiavélicos e poderosos, tais como uma "sociedade secreta" ou "governo sombra". As teorias da conspiração são muitas vezes vistas com cepticismo e por vezes ridicularizadas, uma vez que raramente são apoiadas por alguma evidência conclusiva, contrastando com a análise institucional, cujo foco é o comportamento colectivo das pessoas em instituições conhecidas do público, tal como é descrito em materiais acadêmicos e relatos dos média mainstream, de modo a explicar eventos históricos ou actuais, ao invés de associações secretas de indivíduos. Por este motivo, o termo é muitas vezes usado de forma depreciativa, na tentativa de caracterizar uma dada crença como bizarra e falsa, cujo apoiante é considerado um excêntrico, ou um grupo de lunáticos. Tal caracterização é muitas vezes objecto de disputa, por serem possivelmente injustas e inexatas . No final do século XX e inícios do XXI, as teorias da conspiração tornaram-se um lugar comum nos meios de comunicação, o que contribuiu para o conspiracionismo emergente enquanto fenómeno cultural. Acreditar em teorias da conspiração tornou-se, assim, num tema de interesse para sociólogos, psicólogos e especialistas em folclore

Pesquisar este blog

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Suposta "conspiração" evita diálogo de Equador com Colômbia.

BOGOTÁ - O ministro da Defesa da Colômbia, Gabriel Silva, denunciou nesta quinta-feira (14) que há "um esforço" e "uma conspiração" para evitar o restabelecimento das relações com o Equador. 

Silva manifestou ainda o seu "rechaço" ao processo judicial contra o presidente eleito colombiano, Juan Manuel Santos, que poderia ser preso caso pise em solo equatoriano. 

Santos é acusado de ser responsável pelo ataque militar ocorrido em 2008 contra um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que abateu o então número dois da guerrilha, Raúl Reyes. 

O acampamento localizava-se no território do Equador e a ação causou uma crise bilateral e regional. Dias após o bombardeio, o governo de Rafael Correa decidiu romper os vínculos diplomáticos. Uma aproximação foi iniciada apenas no fim do último ano com a designação dos respectivos encarregados de negócios. 

De acordo com Silva, "sempre que melhoram as relações, aparece um novo obstáculo". Ele afirmou ainda que, na semana passada, a Chancelaria colombiana enviou uma nota diplomática ao país vizinho em protesto ao processo judicial. 

A nota afirmava que essas ações militares foram "atos de Estado", e que não há "nenhuma responsabilidade individual de funcionários ou militares", informou Silva. 

Além de Santos, que era ministro da Defesa da Colômbia na época do ataque, também é processado o general Freddy Padilla de León, comandante das Forças Armadas colombianas. 

Ontem o presidente Álvaro Uribe também repudiou a ação contra o general. O mandatário falou sobre a ação após um juiz de Sucumbios, no Equador, ter voltado a levantar suspeitas de que Padilla tenha sido o mentor dos ataques.




Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=2&id_noticia=334473

sábado, 17 de outubro de 2009

Missão - Matar o Papa

 Uma conspiração clássica, não podia deixa de figura em nossas listas, acompanhe matéria da revista Super Interessante:

TEORIA - Comunistas contra João Paulo II

OBJETIVO - Acabar com o homem que ameaçava o regime soviético

O extremista turco Mehmet Ali Agca entrou para a história como protagonista de uma das mais ousadas tentativas de assassinato do século 20. Em 13 de maio de 1981, por volta das 17 horas, ele se misturava à multidão de católicos na Praça São Pedro, em Roma. Todos se espremiam para ver o papa João Paulo II passar em um carro aberto. Quando conseguiu ficar a cerca de 7 metros de distância do pontífice, Agca sacou sua pistola Browning 9 milímetros e disparou várias vezes. João Paulo foi atingido no estômago, no cotovelo direito e no dedo indicador da mão esquerda. Quase morreu. Eram anos de Guerra Fria – Estados Unidos versus União Soviética –, uma atmosfera bastante fértil para o surgimento de teorias conspiratórias. Claro, o atentado contra o papa logo ganhou a sua, enrolada o suficiente para que o crime permaneça até hoje envolto em mistério.

Nos primeiros dias após o atentado, tudo parecia se encaixar. O polonês Karol Wojtyla fora eleito papa fazia apenas dois anos e meio. Sua terra natal pertencia ao bloco comunista e fervilhava com movimentos de trabalhadores descontentes. Como chefe da Igreja, ele nutria aversão à expansão comunista e manifestava seu apoio a sindicalistas poloneses do recém-formado Solidariedade, contrário ao governo. Era permitido supor, portanto, que a então URSS e seus satélites no Leste Europeu estivessem interessados na morte do papa – visto pelos camaradas como uma ameaça ao regime soviético.

A tese conspiratória circulava na CIA, o serviço de inteligência dos Estados Unidos, e no Vaticano. “Sem dúvida, o atentado não foi um ato isolado”, declarou em 1995 o cardeal Agostino Casarolio, então secretário de Estado do Vaticano. A CIA tomou conhecimento de indícios que ligavam Agca a uma suposta conexão búlgara. A Bulgária fazia parte do bloco comunista. O que se dizia era que o serviço secreto do país teria contratado o atirador para pôr em prática os planos de sua todo-poderosa congênere soviética, a KGB. Seria uma maneira de demonstrar lealdade à Cortina de Ferro.

A ficha corrida de Agca deu tempero à história. Em 1979, ele publicara uma carta em um jornal de Istambul contra João Paulo II. Criticava “os imperialistas ocidentais” que enviavam à Turquia “o comandante das Cruzadas” e ameaçava: “Se essa visita não for cancelada, vou, sem dúvida alguma, matar o comandante-papa”. O pontífice chegava naquele dia à Turquia. Como se sabe, nada aconteceu. Agca já era conhecido pela polícia de seu país. Envolvera-se com grupos de extrema-direita e com a “máfia turca”, chegara a ser preso por participação num assassinato e era acusado de operar com contrabando de armas e drogas.

A CONEXÃO BÚLGARA

Poucos meses depois do atentado, Iordan Mantarov, adido comercial-adjunto da embaixada da Bulgária em Paris, abandonou o posto e afirmou a agentes franceses que o atentado contra o papa fora organizado pelo serviço secreto búlgaro, sob as ordens da KGB. Agca, que em 1981 foi condenado à prisão perpétua por um tribunal da Itália, dizia ter agido sozinho. Mas, no ano seguinte, mudou a versão e também incluiu a Bulgária no suposto complô. Ele apontou três funcionários da embaixada búlgara em Roma e quatro turcos como seus cúmplices. Disse que, pelo plano de fuga, um caminhão com passe diplomático da Bulgária o levaria até a Iugoslávia.

Agca não poupou detalhes da trama. Ele contou que, antes do crime, reuniu-se em hotéis da capital búlgara, Sófia, com um chefão do crime que o teria contratado para matar João Paulo II. O valor do serviço: 400 mil dólares. O homem seria um certo Bekir Celenk, que se apressou em negar o envolvimento. Mas algumas informações batiam. Um caminhão realmente saiu da embaixada búlgara na noite do crime – talvez com o principal cúmplice de Agca – e comprovantes de estadias mostraram os encontros alegados. Antes de atirar no papa, Agca passou uma temporada viajando pela Europa e torrou 50 mil dólares em transporte e hotéis, até chegar à Itália com um passaporte de estudante. De onde teria conseguido todo esse dinheiro?

Nessa época, surgiram informações da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) que implicavam ainda mais a Bulgária. Entre março e abril de 1981 – os dois meses que precederam o atentado –, o volume de mensagens telegráficas em código entre a embaixada da Bulgária em Roma e o serviço secreto búlgaro, o Darzavna Sigurnost, aumentara consideravelmente. Depois dos tiros na Praça São Pedro, a quantidade de contatos despencou. A imprensa noticiou também que, quando foi preso, Agca tinha no bolso dois números de telefones da embaixada da Bulgária, o número de um funcionário, um do consulado e outro de uma companhia aérea dos Bálcãs.

As peças pareciam formar a figura clara de uma legítima conspiração. Ainda mais porque os soviéticos tinham uma posição francamente hostil ao papel da Igreja em relação aos países socialistas. Os jornalistas Carl Bernstein e Marco Politi, no livro Sua Santidade João Paulo II – A História Oculta de Nosso Tempo (Objetiva, 1996), afirmam que o Comitê Central do Partido Comunista aprovou um documento em 1979 instruindo os órgãos estatais a se empenhar “numa campanha anti-Wojtyla, sobretudo na área de propaganda”. O documento via como “problema” o fato de o Vaticano usar a religião na luta ideológica contra os países socialistas. Em Moscou, dizia-se que fora o Ocidente, e não o espírito santo, quem ajudara a escolher Wojtyla.

A URSS e a Bulgária sempre rebateram todas essas suspeitas. E, apesar das aparentes evidências, alguns dados e análises põem em dúvida a versão conspiratória. O primeiro ponto é o jeito desastrado de Agca. Assim que disparou, foi agarrado por ninguém menos que uma freira e derrubado e dominado por fiéis. “O problema com a teoria da Bulgária é que o plano foi... muito pouco profissional”, disse à revista Newsweek, na edição de abril de 2005, um diplomata de um país que já foi alvo de terroristas. Para Bernstein e Politi, o principal contra-argumento era o risco geopolítico de tal complô: “Se uma mão soviética fosse encontrada na tentativa de assassinato, o isolamento diplomático e a condenação da URSS seriam avassaladores”. Os autores lembram que, na ocasião do atentado, os soviéticos estavam engajados numa aproximação com o papa para conter o Solidariedade.

Depois de ter ficado 19 anos preso na Itália, Agca foi transferido para a Turquia e hoje cumpre pena por outros crimes. Ao longo dos anos, ele contribuiu com várias versões paralelas, como a de que teve ajuda de autoridades da Santa Sé para matar o papa. Mas ninguém tem certeza se Agca é apenas um maluco perigoso ou se estava a serviço de uma conspiração que poderia ter mudado o rumo político do mundo. l

"Sem dúvida, o atentado não foi um ato isolado"

Agostino Casarolio

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Muito alem do cidadão Kane

 Uma conspiração que não pode deixar de figurar na lista conspiratória, é a desse filme produzido em 1993 e que graças a ações jurídicas se tornou polêmico e deixou muitos conspiradores ouriçados...

Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog exibido em 1993 pelo Channel 4, uma da rede televisiva pública do Reino Unido. Mostra as relações e influências sombrias no poder do Brasil. Embora o documentário ter sido censurado pela justiça, a Rede Record comprou os direitos de trasmissão exclusiva por US$ 20 mil do produtor John Ellis.

A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas manipuladoras e formadora de opinião. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criado em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos da América. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme.

De acordo com matéria veiculada na Folha Online, em 28 de agosto de 2009, a produtora que montou a filmagem é independente e a BBC não tem relação com seu desenvolvimento. A Record afirma que a BBC está sim relacionada com sua produção.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O Obama não sabe dançar...WTF?

Mais uma P.J. (Postagem Janota) de um membro da comunidade Teoria da Conspiração no Orkut...

E eis que o ignóbil posta:

"obama não sabe dançar! vejam o vídeo!
http://www.youtube.com/watch?v=JUvWYf6_BfM
este video mostra que obama não sabe dançar, mas é carismático. acho que foi isso que levou obama as alturas. sem falar que nem eu restiria ao fato de dançar com essa
mulher que é a rainha da telenovelas. thalia é a rainha, SÓ ELA mesmA conseguiu botar o presidente dos EUA para dançar AMOR A LA MEXICANA (QUE EU AMO) UM RITMO LATINO, SALSA. o que será que pode estar por trás disso?
abrc"

Bom por trás disso eu não sei, mas acho que Michelle Obama, andou lavando roupa suja na area de serviços da Withe House.

Echelon, a conspiração espiã

Os defensores da teoria de que o Echelon existe alegam que tudo o que se fala pelo telefone ou transmite pela Internet e pelo fax, é controlado, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, e que este é uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, criada e mantida pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia.

Com suas atividades iniciadas nos anos 80, o Echelon terá, como embrião histórico, o Pacto denominado Ukusa, firmado secretamente pela Grã-Bretanha e pelos EUA, no início da Guerra Fria.

Destinado à recolha e troca de informações, o Pacto UK-USA resultou, nos anos 70, na instalação de estações de rastreamento de mensagens enviadas desde e para a Terra por satélites das redes Intelsat (International Telecommunications Satellite Organisation) e Inmarsat. Outros satélites de observação foram enviados ao espaço para a escuta das ondas de rádio, de celulares e para o registro de mensagens de correios eletrônicos. Na Inglaterra, o órgão governamental associado à NSA é a GCHQ (Britain’s Government Communications Headquarters). A maior base eletrônica de espionagem no mundo é a Field Station F83, da NSA e se situa em Menwith Hill, Yorkshire, na Grã-Bretanha.

Além disto, já sob o guarda-chuva do Echelon, seriam captadas as mensagens de telecomunicações, inclusive de cabos submarinos e da rede mundial de computadores, a lnternet. Em linguagem técnica, o objetivo dessa rede (network) é o de captar sinais de inteligência, conhecidos como SIGINT.

O segredo tecnológico do Echelon consiste na interconexão de todos os sistemas de escuta. A massa de informações é espetacular e, para ser tratada, requer uma triagem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por meio de instrumentos da inteligência artificial.

“A chave da interpretação — afirma Nicky Hager; pesquisador do tema — reside em poderosos computadores que perscrutam e analisam a massa de mensagens para delas extraírem aquelas que apresentam algum interesse. As estações de interceptação recebem milhões de mensagens destinadas às estações terrestres credenciadas e utilizam computadores para decifrar as informações que contêm endereços ou textos baseados em palavras-chaves pré-programadas”.


Nos dicionários: Fidel e o MST

Estas palavras-chave resumem os alvos principais dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e de seus sócios no Echelon. Integram os chamados “dicionários”, que são produzidos e trocados, sistematicamente, entre esses organismos.

Entre essas palavras encontram-se, por exemplo, os nomes de Fidel Castro e Hugo Chávez e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST[carece de fontes]. Incluem, também, expressões como terrorismo, guerrilha, narcotráfico e ajuda ao Terceiro Mundo[carece de fontes].

O acesso a alguns desses “dicionários” só se tornou possível graças à colaboração de ex-agentes — sobretudo australianos e neo-zelandeses — com pesquisadores ligados a ONGs defensoras das liberdades públicas e do direito à privacidade. Os megacomputadores da NSA são, segundo os seguidores da teoria da existência do Echelon, capazes de reconhecer automaticamente a identidade dos interlocutores, numa conversação telefônica[carece de fontes].

Além de palavras-chave, o código do Echelon também inclui cifras-chave. 5.535 representa as comunicações diplomáticas japonesas; 8.182 indica a troca de tecnologias criptográficas. Os documentos resultantes das pesquisas recebem símbolos distintivos: Moray (secreto), Spoke (ultra-secreto), Gamma (interceptação de comunicações russas, mesmo no pós-Guerra Fria)[carece de fontes].


Espionagem industrial

O sistema Echelon alegadamente, tem sido utilizado em prol das empresas/interesses comerciais americanos.

Exemplos conhecidos são:
- Enercon, empresa Alemã que desenvolve tecnologia relacionada com turbinas eólicas
- Lernout & Hauspie empresa Belga, abriu falencia depois de se saber da existência de uma contabilidade paralela. Foi comprada em Dezembro de 2001 pela Nuance Communications
- Airbus versus Boeing em 1994. Contrato de 6 milhões de dólares com a Arábia Saudita. Revelação de suborno do consórcio europeu Airbus. Método utilizado, "(...) de escuta de faxes e telefonemas entre o consórcio europeu Airbus, a companhia aérea e o Governo sauditas sobre satélites de comunicações. A McDonnel-Douglas, concorrente norte-americana da Airbus, conclui o negócio". (pag.107 do relatório elaborado pelo PE).


O Brasil no Echelon

De forma totalmente ilegal, a NSA utilizou a rede Echelon para espionar todos os movimentos do Greenpeace por ocasião dos protestos contra os ensaios nucleares franceses, no Atol de Mururoa, no Pacífico Sul.

O Brasil também participa da história secreta do sistema: por meio da rede, o governo norte-americano interceptou as negociações entre o governo FHC, no primeiro mandato, e a empresa francesa Thomson, para a compra dos equipamentos de vigilância da Amazônia, através do Sivam. Com base nos dados coletados, a Casa Branca e o complexo industrial estadunidense conseguiram derrubar Thomson e, finalmente, a empresa norte-americana Raytheon acabou ganhando a concorrência internacional.

As comunicações dos países e dos cidadãos latino-americanos são processadas nas estações de Sabana Seca, em Porto Rico, Leitrim no Canadá e Sugar Grove, West Virginia, EUA.


O megapoder da NSA

A agência de inteligência norte-americana mais conhecida é a CIA. No entanto, de acordo com os pesquisadores nessa arca, a mais poderosa é a NSA. Ela possui, hoje, cerca de 20 mil funcionários em Fort Meade, seu quartel-general. São, principalmente, analistas de sistemas, engenheiros, físicos, matemáticos, linguistas, oficiais de segurança e administradores de empresas, entre outros especialistas de alto padrão.

A NSA foi criada em 1952 por meio de um decreto secreto do presidente Harry Truman para cuidar de espionagem e contra-espionagem, dentro e fora dos Estados Unidos. Seu organograma (conhecido publicamente, pela primeira vez, em 18 de dezembro de 1998, graças à lei co*@#$nhecida como Freedom Information Act), demonstra que seus serviços cobrem praticamente todo o universo das tecnologias da informação.

Com base nessa massa crítica, os EUA adiantaram-se no tempo para assegurar sua hegemonia mundial no século 21. Em novembro de 1997, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea norte-americana fez palestra na Câmara de Representantes, em Washington e afirmou: “No primeiro trimestre do próximo século, seremos capazes de localizar, seguir e mirar — praticamente em tempo real — qualquer alvo importante em movimento, na superfície da Terra

Ao refletir sobre o que chama de televigilância global, o filósofo e urbanista francês Paul Virilio afirma que o fenômeno histórico que leva à mundialização exige cada vez mais luz, cada vez mais iluminação. E assim que se desenvolve hoje uma televigilância global que não reco*@#$nhece qualquer premissa ética ou diplomática. A atual globalização das atividades internacionais torna indispensável uma visão ciclópica ou, mais precisamente, uma visão cyber-ótica... Com essa dominação do ponto de vista orbital, o lançamento de uma infinidade de satélites de observação tende a favorecer a visão globalitária. Para “dirigir” a vida, não mais se trata de observar o que acontece diante de si. A dimensão zenital prevalece, de longe ou mais alto, sobre a horizontal e não se trata de um assunto de pouca importância porque o “ponto de vista de Sirius” apaga toda perspectiva”. (em Le Monde Diplomatique, agosto de 1999, pgs.4e 5).


Teoria da Conspiração

Dado que as agências de inteligência ocidentais estão de uma maneira geral proibidas de espiar os seus próprios cidadãos, os teóricos da conspiração sugerem a existência de um pacto Reino Unido-Estados Unidos, por forma a tornearem esta lei. Assim sendo, as instalações no Reino Unido monitorizam os cidadãos americanos e as dos EUA os cidadãos Europeus. Depois procedem à troca da informação obtida[carece de fontes].

Em Dezembro de 2005, o New York Times publicou um artigo afirmado que a Administração Bush tinha implementado um programa de espionagem interna desde 2002.

Durante a disputa de fronteira sobre as ilhas Saint-Pierre e Miquelon, que opôs a França e o Canadá, também foi usado o Echelon[carece de fontes]. Numa entrevista ao Ottawa Citizen (22 de Maio, 1999), o antigo agente da CSE, Fred Stock, revelou que o Canada usou o Echelon para espionar o governo francês.[carece de fontes].


Encriptação

Métodos conhecidos desde há séculos e bastante utilizados quer pelas potências do eixo, quer pelos aliados durante a segunda Guerra Mundial, são os métodos criptográficos. Consistem essencialmente na distorção de uma mensagem através de dicionários, e de palavras passe conhecidas apenas pelos autores e destinatários da mensagem.

Os Alemães, ficaram sobejamente conhecidos por terem criado o mais divulgado e famoso encriptador da história, a Máquina Enigma. Similar a uma máquina de escrever permitia através de um código específico transmitir mensagens rádio encriptadas. Muitos cientistas computacionais ingleses dedicaram-se à descodificação desses mesmos sinais numa base em Inglaterra, e é também retratado em certa documentação cinematográfica, que foram os submarinos americanos que capturaram um submarino alemão, obtendo assim o código secreto.

Hoje em dia, com processadores muito mais poderosos, capazes de efectuar milhões de operações por segundo, os métodos e os algoritmos tornaram-se da mesma forma muito mais complexos, no entanto com o mesmo objectivo. Uma mensagem de correio electrónico ou de telefone móvel e uma chamada telefonica, são compostas por informação que pode ser reduzida a estruturas simples como zeros ou uns, dando origem ao denominado mundo digital. Estas mensagens através de programas de computador podem ser alteradas e encriptadas de forma a que nem o próprio sistema Echelon as consiga decifrar.

O caso que foi referenciado pelo sistema Echelon dizia respeito ao número de bits utilizados na encriptação da mensagem. Os Europeus nas suas comunicações internas, que desde há muito são encriptadas utilizavam uma chave de N bits, das quais os americanos exigiam conhecer N/2 bits argumentando que muitas comunicações com intuitos terroristas provinham do espaço Europeu. Com essa informação, seria possível ao sistema Echelon, decifrar as mensagens trocadas pelos Europeus. O caso da Airbus referenciado anteriormente, ficou por ser o mais conhecido, enquanto espionagem industrial, para fins ilícitos.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Teoria de Gaia

 Não é exatamente uma conspiração, mas nos faz refletir se o aquecimento global e todas essas "castrofites" que vêm acontecendo não é uma defesa do proprio planeta para com o que estamos fazendo com ele.
 
Teoria de Gaia, também conhecida como Hipótese de Gaia, é uma tese que afirma que o planeta Terra é um ser vivo. De acordo com esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja é capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais.

A Teoria de Gaia foi criada pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, no ano de 1969. Contou com os estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis. O nome da teoria é uma homenagem a deusa Gaia, divindade que representava a Terra na mitologia grega.

Quando foi lançada, esta teoria não conseguiu agradar a comunidade de cientistas tradicionais. Foi, primeiramente, aceita por ambientalistas e defensores da ecologia. Porém, atualmente, com o problema do aquecimento global, esta teoria está sendo revista e muitos cientistas tradicionais já aceitam algumas idéias da Teoria de Gaia.

Por que Cachorro inútil é mais caro que o útil ?

Pergunta de um TDCista na comunidade Teoria da conspiração, no Orkut:

"Num consigo entender, fui no PetShop hoje e tinha uma gaiola la com um Poodlee uma outra com um Pastor Alemão, quando fui saber o preço O pastor alemão tava 300 reais e o Poodle Tava custando 500, alguém pode me explicar ?
Qual a utilidade do poodle pra ele custar 500 reais ?
e o Pastor Alemão q de FATO é um cachorro útil custando 300?"


Não pude deixar passar batido, tive que postar, afinal, se é conspiratório pra ele, deve se-lo pra mais alguém.

Conspiramac sound


MusicPlaylistRingtones
Create a playlist at MixPod.com